2 diferenças entre tocar em conjunto e tocar sozinho

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Tocar – Há músicos que preferem tocar sozinhos e outros preferem tocar em conjunto. Mas como escolher? Além de uma questão de preferência pessoal, dependendo do tipo de instrumento, tipo de música que se pretende realizar e da sua intenção como músico, será preciso ter a participação de outras pessoas, nem que seja como músico de apoio. Veja as principais diferenças entre tocar sozinho e tocar em conjunto e confira o que é preciso fazer no caso de tocar com outras pessoas.

Tocar de formas diferentes, sozinho ou em conjunto

Tocar sozinho permite que você tenha mais entrosamento com as suas capacidades e independência para fazer o que quiser, quando e como quiser. Mas a música muitas vezes é um processo coletivo e desenvolver a competência da cooperação é muito importante.

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Quando se toca em conjunto, além de requerer organização e harmonia, é preciso confiar no potencial dos outros e chegar a um acordo quando a experiência não vai muito bem. Atualmente, há diversos recursos tecnológicos que são capazes de melhorar a vida do músico solitário que vale a pena conferir.

Tocando sozinho

Os seus bons resultados quando estiver tocando sozinho dependerá exclusivamente de você. Além disso, há algumas limitações musicais, dependendo do contexto e do tipo de música que pretende executar. Você terá que fazer adaptações, mas para algumas pessoas, tocar sozinho, inclusive em apresentações públicas, é muito gratificante. É comum entre os músicos que tocam sozinhos também serem múltiplos instrumentistas.

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Talvez você não saiba, mas há na história da música milhares de exemplos de “banda de um homem só”, em diferentes gêneros musicais. O que leva um músico a tocar sozinho são motivos bem variados, desde se desafiar constantemente até a incapacidade de lidar com outros músicos. Além dos musicistas clássicos que tocam sozinhos com frequência, conheça outros exemplos de músicos que tocam sozinhos:

  • Hasil Adkins (1937 – 2005) – Famoso músico de rockabilly, preferia tocar sozinho pois outros músicos em geral não conseguiam acompanhá-lo, o que o irritava profundamente.
  • Son Of Dave – É um músico canadense radicado em Londres, chamado de Benjamim Darvill. Fez parte da banda Crash Test Dummies. Possui quatro álbuns lançados como místico sozinho. Diz que tocar sozinho dá mais liberdade e capacidade de improvisação.
  • King Automatic – É músico de Nancy, França, já lançou três álbuns inéditos, vários singles e compactos. Foi baterista da banda de rock francesa Thundercrack. Toca sozinho pela independência e capacidade de improvisação.
  • Bob Log III – É um músico norte-americano com cinco álbuns lançados. Já tocou em mais de 30 países. Usa elementos visuais para causar impacto no público.
  • Jesse Fuller (1896 – 1976) – Foi um bluesman norte-americano que criou o fotdella – baixo tocado com os pés. Sua música “You’re No Good” foi gravada por Bob Dylan. Era multi-instrumentista e usava recursos de apoio para os pés e boca em suas apresentações.
  • Joe Hill Louis (1921 – 1957) – Foi um bluesman norte-americano, e um dos primeiros a ser considerado banda de um homem só. É coautor da música “Tiger Man”, gravada por Elvis Presley.

Tocando em conjunto

Para algumas pessoas, tocar em conjunto pode trazer grandes aprendizados, que nem sempre são encontrados tocando sozinho ou em outras situações. Além da convivência e do fato de ser mais fácil fazer amigos, aprende-se mais sobre harmonia, improvisação com outros instrumentos, acompanhamento e muitas outras coisas que só os músicos de banda ou concerto, por exemplo, conhecem.

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Mas é preciso tem uma capacidade maior de paciência, tolerância, capacidade de comunicação e organização, para que o convívio seja gratificante e que a música chegue ao nível de qualidade desejado. Não é fácil conviver com diferentes anseios e personalidades. Quando as questões pessoais ficam de lado, a experiência é muito positiva.

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